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Taques intensifica conversas para fechar aliança com ex-juíza em MT

17/07/2018
Fonte: Folha Max

O governador Pedro Taques (PSDB) deu a entender, durante entrevista após um evento realizado na manhã desta segunda-feira no Palácio Paiaguás, que deve fechar em breve uma aliança com a juíza aposentada Selma Arruda (PSL), pré-candidata ao Senado. Taques revelou, inclusive, que deve se reunir ainda hoje com a magistrada aposentada, para conversar com ela.

 

Selma é uma das possibilidades com a qual o PSDB trabalha para preencher a segunda vaga para o Senado na chapa liderada por Pedro Taques. Ela iria compor a coligação juntamente com o pré-candidato tucano a senador, o deputado federal Nilson Leitão (PSDB).

 

“Converso bastante com ela. A Selma precisa estar na política. É uma pessoa que tem muito a contribuir, mas ainda não há nenhum compromisso em relação a isso. Nos falamos bastante e acho que hoje terei uma conversa com ela. Qualquer cidadão que for candidato gostaria de ter pessoas de bem como a Selma, do lado”, afirmou.

 

Pedro Taques também negou que o ex-secretário Luiz Antônio Pagot, que ficou conhecido como ‘supersecretário’ no governo Blairo Maggi, será o seu coordenador geral de sua campanha a reeleição. O governador admitiu que esteve com ele no último final de semana, mas que não existe nenhuma possibilidade neste sentido.

 

"Não há negociação. Em absoluto. Conheço o Pagot e temos conversado bastante. Ele foi comigo para Santiago do Norte, juntamente com o Nilson Leitão. Ainda não definimos nem coordenador, nem vice. Preciso primeiro lançar minha candidatura, depois de conversar com os partidos políticos que estão conosco, para depois definir estes detalhes", colocou.

 

O governador revelou que a convenção que deve oficializar seu nome na disputa à reeleição ao Palácio Paiaguás deve ser realizada no dia 3 de agosto, um dia antes da realização da convenção nacional do PSDB. Ele também afirmou que não teme as representações feitas pelo PDT na Justiça. O partido é um dos aliados do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM).

 

“Vejo como totalmente normal, mas o volume de representações mostra que eles estão preocupados com alguma coisa, porque ninguém bate em cachorro que está morto. Eu seria o último a cometer qualquer irregularidade. Estou fazendo reuniões de prestação de contas e isso a legislação ainda não proíbe”, completou.

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